Este blogger tem como cerne: socializar conhecimentos relacionados à Sociologia, à Educação na conjuntura nacional e global.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
A Lenda do Açaí (curta metragem)
A lenda do Açaí
Este curta foi desenvolvido na escola Municipal prof.º Alfredo Chaves
com objetivo central de motivar os alunos da EJA a valorizar seus
estudos principalmente em Língua Portuguesa, História, educação física, leitura e arte, com isto contribuir com o aprendizado dos alunos e à redução da evasão escolar. O filme foi
encenado por alunos da primeira e segunda totalidades(1ª a 4ª séries do
ensino fundamental de oito anos). O Curta foi desenvolvido no ano letivo
de 2013 e publicado em 2014. A direção cinematográfica foi do
professor, escrito e sociólogo Asarias Favacho, contou também com a
coordenação das professoras: Galiléia Rosa, Vanda Sá, Socorro Pena,
Neuza, Gilberto Felinto e Asarias Favacho. O Elenco são os próprios
alunos da EJA, inclusive as crianças que aturam no curta, são filhos,
filhas, das alunas da EJA as quais habitualmente levam as crianças à
escola durante o ano letivo, por não ter com quem deixá-las. O resultado
desse trabalho refletiu não só na redução da evasão escolar, como a
escola passou de duas turmas em 2013 na EJA, para quatro turmas em
2014. O curta foi ensaiado em um período de dois meses e gravado em um
único dia na Ilha de Mosqueiro-Belém-Pará.
OBS. Clic na Temática para visualizar o curta metragem: A lenda do Açaí (curta metragem) você pode compartilhar e comentar.
terça-feira, 25 de junho de 2013
O governo gerencia as Crises e quem as Cria?
Por: Asarias Favacho
professor e sociólogo
O
governo gerencia as Crises e quem as Cria? Os que pilham os que
expropriam a produção dos trabalhadores.
A
ousadia e a rebeldia são os primeiros passos para construirmos a
sociedade com bases comuns, não no futuro, pois esta fora plantada
no passado por valorosos revolucionários. Necessitando continuamente
ser regada por práxis sociais, acompanhada de formação política,
de organização coletiva, de respeitabilidade e confiabilidade,
assimilando que o futuro tem suas bases no passado, mas. Constrói-se
no presente” (FREITAS, Asarias Favacho, 2009)
Observo como os
ditos esquerdistas fizeram para assumir o lugar de Lenin e
presentear tal espaço à Stalin, em seguida, sorriram quando Stalin
naufragou o socialismo e Mikhail
Gorbachev o
entregou aos capitalistas que aplaudiram a falência de um projeto
para uma possível sociedade mais justa.
É verdade que qualquer
movimento com direcionamento, concepção, concretude, ideologia de
direita ou de esquerda contribuirá para a formação de um possível
movimento de manipulação, ou de transformação, por isso se faz
necessário saber quais são os objetivos a serem construídos e as
metas a serem alcançadas pelos movimentos organizados, ou seja é
preciso direcionamento e não manipulação.
Mesmo sabendo que muitos
esquerdistas de plantão já sabem reforçarei em alto e bom arial negrito. O
poder ideológico está concentrado nas mãos dos governos ditos de
esquerda ou de direita e esses governos são apenas gerenciadores de
crises, pois foram concebidos de forma contratual, como mediadores
entre dois seguimentos: trabalhadores e empresários.
Quando um governo, com
princípios de esquerda, estabelece grandes projetos políticos e
sociais, econômicos e culturais à classe trabalhadora é natural
que quem possui o poder econômico fica incomodado com tantos
benefícios a essa classe e automaticamente planejam como frear tais
avanços, pois tais projetos podem possibilitar concepções
ideológicas transformadoras as quais contribuiriam a derrocada de
muitos exploradores hegemonicistas.
O central neste momento
de legítimas manifestações calorosas é fazer as cobranças aos
governos municipais, estaduais e federal para que os recursos
arrecadados com impostos sejam aplicados em benefício da população.
Entretanto os principais propiciadores das desigualdades são os que
acumulam as riquezas expropriadas dos trabalhadores e trabalhadoras
que produzem a riqueza deste país. Tais expropriadores (empresas
nacionais, de telecomunicações, multinacionais, grandes
agricultores, pecuaristas....) foram esquecidos pelos movimentos que
revindicam melhorias ao país, bem como os meios de comunicação,
principalmente a Rede Globo, maqueiam, blindam, protegem os
verdadeiros responsáveis pelo caos vivenciado pela classe
trabalhadora brasileira.
Feita as análises
acima, torna-se necessário que os dirigentes de esquerda,dos
sindicatos; dos movimentos populares; dos movimentos sociais; dos
movimentos estudantis e tantos outros, unam-se para cobrar do
estado as melhores condições de trabalho aos trabalhadores e
trabalhadoras. Assim como deve-se verificar o verdadeiro inimigo da
categoria dos trabalhadores e trabalhadoras, que são os grandes
empresários, os latifundiários, os políticos picaretas, pois eles
nutrem o estado de valores elitistas; dividem as categorias; mantém
a mais valia sobre os empregados; nutrem um exército de reserva de
mão de obra excedente no eixo do desemprego; hierarquizam o
aprendizado intelectual; desqualificam, e tentam dizimar as
concepções contrárias às do capitalismo; nutrem
sentimentos de xenofobia aos nortistas e nordestinos; discriminam e
alijam as religiões contrárias à hegemonia capitalista e por fim,
escravizam os nossos trabalhadores e trabalhadoras da iniciativa
pública e privada em uma industria cultural, hegemônica e
consumista.
Por fim, de forma ordeira,
direcionada, planejada, urge a necessidade da união das
categorias que sofrem as mazelas criadas pelos hegemonicistas, e/ou
pelo empresariado que pilham e apropriam-se indevidamente da produção
dos trabalhadores e trabalhadoras do nosso estado nação. Deve-se
ficar atento para os que tentam manipular o movimento social em prol
da desestabilização da classe trabalhadora, a qual deverá ser
comprometida com as transformações para a classe trabalhadora.
Por isso nada melhor que um olho no peixe, outro nos governos e os dois no empresariado.
“Os
proletários nada têm a perder a não ser suas algemas. Têm um
mundo a ganhar. Proletários de todo o mundo: uni-vos". Karl
Marx e Friedrich Engels
segunda-feira, 22 de abril de 2013
poesias sobre o açaí
Decidi construir algumas poesias nas quais retratam a história do nosso paraense Açaí, já que a literatura contribui em muito para manter viva a história, a cultura e a identidade de um povo. Confesso que são poesias singelas.
IAÇÁ, de trás pra frente AÇAÍ
Um dia o
cacique Itacki
decretou,
que os
nascidos fossem
sacrificados.
Ao deus Tupã ofertou,
os pobres
nascidos marcados.
Choravam angustiados,
de fome tristeza e dor.
Ao verem os filhos brutalmente sacrificados,
Os índios pediam clemência com muito fervor.
Meses depois ao decreto,
Uma índia engravidou.
Itaki pensava nos desafetos
Iaçá não suportou.
Itaki desesperado
chorou,
por muitas
luas cheias.
Mas, como
cacique não
fraquejou,
e a neta
se foi às
estrelas.
A linda índia sorridente,
não suportou
tal tortura.
Mesmo fraca
de fome e
doente,
atrás da
filha saiu à
procura.
Foi quando
ela avistou,
abaixo de
uma palmeira.,
O vulto
da filha
gravou,
chorou desesperada
a grande
guerreira.
A partir
daquele dia
Itaki decretou,
não sacrificar
uma só cria.
Pois o
alimento Tupã
lhes ofertou,
aquele fruto
que da
palmeira escorria.
Ao lembrar
da neta e
da filha
mortas,
Itaki ficou embaraçado.
Sorrindo percebeu muitas palmeiras tortas,
IAÇÁ de
trás pra
frente resulta
em vinho
abençoado.
Asarias Favacho 2010
Descubra-me
Quando
só,
sou
muito
frágil,
mas,
se
juntas, somos forte
forte.
Trançadas
torno
o
caboclo
ágil,
sou
trança
nascida
no
norte.
Deixarei
mais
algumas
pistas,
de
tudo
que
posso
fazer.
Sustento
o
peso
dos
alpinistas,
escalo
palmeiras
até
desfazer.
Feita
pela
mão
marajoara
não
arrego,
o
carrego
firme
do
Pará
à
Macedônia.
Com
orgulho
as
ramas
entrego,
sou
forte,
do
Norte,
sou
a
Peconha.
Asarias Favacho 2013
O cacho
Ornamenta
festas
e
festivais,
Ainda
que
humilde,
exuberante.
Por
décadas
aparatoso
nos
carnavais,
na
avenida
transforma-se
em
gigante.
Após
as
folias
voltava
a
varrer,
feliz,
alegre
amontoava
as
sujeiras.
Pouco
a
pouco
tornava
a
avenida
a
crescer,
varrendo,
sacudia,
expurgava
a
poeira.
Lembrou-se
de
outra
atividade,
Exercida
lá
no
norte.
Era
jovem
de
pouquíssima
idade,
Carregava
o
fruto
que
combate
a
morte.
O
grandioso
cacho
abençoado,
Entrega-se
há
muitos
afazeres.
Nunca
sentiu-se
cansado,
A
fruta
que
carrega
propicia
mil
prazeres.
Asarias Favacho 2013
Sobrevivência
Ao
amanhecer
o
vejo
cinzento,
sensual
a
idade
já
o
revela
maduro.
O vento o faz acenar aos
próximos das várzeas, despercebidos navegantes.
Triste
por
não
ser
visto,
deixa-se
levar
pelo
primeiro
tucano
que
o
bicou.
Sobe
ao
bico
do
futuro
extinto,
olha
para
trás,
despede-se
dos
demais
agarrados
aos
cachos.
Esses
ainda
não
possuem
um
destino
traçado.
No
bico
do
pássaro,
imagina
ter
tirado
a
sorte
grande,
todavia,
o
destino
depende
do
predador,
pois
a
qualquer
momento
poderá
deixá-lo
cair
na
Baia
do
Guajará.
Tornando-o
natimorto
Felizmente
o
pássaro
paraense
pousou
num
aeroporto
verde,
deliciou-se
com
o
néctar
de
Tupã.
Após
a
dieta,
o
tucano
o
expurgou
para
o
longe,
como
se
ouvisse
os
apelos
à
liberdade,
pedidos
pelo
viajante.
Na
queda
livre,
enfrentava
corajosamente:
a
força
do
vento
e
a
dureza
dos
galhos.
Gritava
desesperado
por
ajuda,
pois
não
sabia
voar,
as
folhas
o
ouvira,
amorteceram
a
queda.
Caiu
sobre
uma
rígida
raiz,
a
qual
o
arremessou ao
longe,
à
várzea.
No
chão,
ainda
com
dores,
olhou
para
todos
os
lados,
escondeu-se
entre
os
húmus e
folhas.
Passado
o
susto
da
viagem,
sorriu
timidamente,
adormeceu,
irá
hibernar
por
alguns
dias.
Quando
acordar
lutará
pela
sobrevivência
contra
os
insetos,
fungos,
pássaros,
ventos,
chuvas,
sol,
homens,
pragas.....
Só
então
tornar-se-á
uma
palmeira,
mesmo
sofrendo
tanto,
doará
seus
frutos
aos
predadores,
torcerá
pela
permanência
do
ciclo
de
sua
espécie.
Asarias Favacho 2013
O alicerce da palmeira
O
alicerce
da
magricela
palmeira,
a
alimenta
com
os
nutrientes
do
solo.
Conhecida ultrapassou as
fronteiras
Carrega
a
euterpe
oleracea
no
colo.
Não
reclama
da
cena
ou
dos
cenários,
dirige
os
bastidores.
Aplaudida
em
diversos
plenários,
okocun
para
os
atores.
Por
ela
vem
a
dieta
surpreendente,
À
magricela
feliz.
A
função
a
deixa
contente,
Dirigindo,
atuando,
chama-se
Raiz.
Asarias Favacho 2013
Assinar:
Postagens (Atom)
Consciência, organização e luta: esse é o caminho à classe trabalhadora
Consciência, organização e luta: esse é o caminho à classe trabalhadora. Você sabia que a origem do Dia do Trabalhador está ligada a...
-
Por Asarias Favacho: Professor e Sociólogo, Obs. este texto é parcial irei complementá-lo e revisá-lo. S e possível façam comen...
-
Este Material não está concluso, pois falta revisá-lo e recheá-lo de outros autores, todavia é um direcionamento para o entendimento ...
-
Decidi construir algumas poesias nas quais retrat a m a história do nosso paraense Açaí, já que a literatura cont ribui em mui...
-
Lembra-se aos leitores que este texto é de cunho sociológico e não jurídico, ou seja não será feito análises minuciosos rel...
-
Por: Asarias Favacho: professor, sociólogo, especialista em gestão educacional e mestre em ciência da educação Os descasos co...
-
UNIVERSIDADE DE ÉVORA Mestrado em Ciências da Educação – Avaliação Educacional Gestão democrática caminhos e possibilidades: Um est...
-
--> Conheça a trajetória do Professor, sociólogo, escritor e mestre A s a r i a s F a v a c h o. ...


